miércoles, enero 07, 2026

Espíritu invencible Voluntarios contraatacan bajo bombas de EEUU🔥

¡Soberanía, Paz y Justicia Climática:

 



DECLARAÇÃO PÚBLICA

Soberania, Paz e Justiça Climática:
(em português, espanhol, inglês, francês e árabe)
Não à Intervenção Imperialista na Venezuela!
De redes de justiça climática na América Latina e em todo o mundo, condenamos enfaticamente a agressão intervencionista do governo Donald Trump contra a Venezuela.
Denunciamos perante a comunidade internacional que esta ofensiva não visa "restaurar a democracia" ou "controlar o narcotráfico". Esta narrativa é, mais uma vez, uma desculpa cínica para justificar o controle, a dominação e a pilhagem dos bens e seres humanos comuns que habitam o território venezuelano, especificamente suas reservas de petróleo — as maiores do planeta — para colocá-las a serviço da ganância das corporações de combustíveis fósseis e das elites estadunidenses.
Diante desta ameaça, declaramos:
1. O vínculo indissolúvel entre Guerra, Extrativismo e Colapso Climático
A ação intervencionista é a expressão mais violenta do extrativismo. Não existe "transição energética" justa se ela se basear na desapropriação e na intervenção militar. O controle do petróleo e agora a luta pelos minerais necessários para as novas tecnologias digitais tornaram-se uma ameaça direta à vida. Essa intervenção não é apenas uma afronta ao Direito Internacional; é uma garantia de aceleração do colapso climático.
Reativar a máquina de guerra imperial para garantir o fluxo de petróleo é um crime contra a humanidade. Contra a estabilidade do planeta.
2. América Latina: Território de Paz e Autodeterminação
Reafirmamos a existência contínua da América Latina e do Caribe como uma Zona de Paz. Rejeitamos qualquer tentativa de transformar nossa região em um tabuleiro de xadrez geopolítico e a tentativa de Trump de aplicar a Doutrina Monroe para se apropriar de terras e territórios nas Américas em benefício de corporações estadunidenses. A soberania reside no povo, e o princípio da autodeterminação é inegociável. Os problemas da Venezuela devem ser resolvidos pelo povo venezuelano, sem ocupação, tutela ou ameaças militares estrangeiras.
3. Rejeição da servilidade da extrema-direita regional
Observamos com alarme e repudiamos a postura de líderes da extrema-direita regional, como Javier Milei na Argentina, Rodrigo Paz na Bolívia, Daniel Noboa no Equador, Nayib Bukele em El Salvador e José Antonio Kast no Chile, entre outros. Rompendo com a tradição diplomática de respeito e não intervenção, esses atores se posicionam como satélites subservientes aos interesses do imperialismo estadunidense, abrindo caminho para a desestabilização regional e traindo a fraternidade dos povos latino-americanos.
Portanto, EXIGIMOS:
1. A cessação imediata de todas as medidas coercitivas, bloqueios e ameaças de intervenção militar contra a Venezuela.
2. Respeito absoluto à soberania e à autodeterminação dos povos.
3. Justiça climática e reparações históricas: Os países do Norte Global devem pagar sua dívida ecológica, e não iniciar guerras para consolidar ainda mais o modelo baseado em combustíveis fósseis.
4. Uma mudança sistêmica que coloque os direitos humanos e os direitos da natureza acima dos interesses corporativos.
Não há justiça climática sem soberania!
Mãos imperiais fora da América Latina!
Campanha Global por Justiça Climática - América Latina e Caribe
Plataforma Latino-Americana e Caribenha por Justiça Climática
Campanha "Que Paguem os Poluidores"
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PRONUNCIAMIENTO PÚBLICO
¡Soberanía, Paz y Justicia Climática:
No a la Intervención Imperialista en Venezuela!
Desde las redes de justicia climática de América Latina y el mundo, repudiamos enfaticamente la agresión intervencionista del gobierno de Donald Trump contra Venezuela.
Denunciamos ante la comunidad internacional que esta ofensiva no tiene como fin la "recuperación de la democracia, ni control del narcotráfico. Esa narrativa es, una vez más, uma excusa cínica para justificar el control, dominio y saqueo de los bienes comunes y seres que habitan el territorio venezolano, específicamente sus reservas petroleras —las más grandes del planeta— para ponerlas al servicio de la codicia de las corporaciones fósiles y las elites estadounidenses.
Ante esta amenaza, declaramos:
1. El vínculo indisoluble entre Guerra, Extractivismo y Colapso Climático
La acción intervencionista es la expresión más violenta del extractivismo. No existe uma "transición energética" justa si se basa en el despojo y la intervención militar. El control del petróleo y ahora la disputa por los minerales necesarios para las nuevas tecnologías digitales se han convertido en una amenaza directa para la vida. Esta intervención no es solo una
afrenta al Derecho Internacional; es una garantía de aceleración hacia el colapso climático.
Reactivar la maquinaria de guerra imperial para asegurar flujos de petróleo es un crimen contra la estabilidad del planeta.
2. América Latina: Territorio de Paz y Libre Determinación
Reivindicamos la vigencia de América Latina y el Caribe como Zona de Paz. Rechazamos cualquier intento de convertir nuestra región en un tablero de ajedrez geopolítico y el intento de Trump de aplicar la Doctrina Monroe para apropiarse de tierras y territorios de las Américas para beneficio de las corporaciones estadounidenses. La soberanía reside en los pueblos y el principio de libre determinación es innegociable. Los problemas de Venezuela deben ser resueltos por el pueblo venezolano, sin ocupación, tutelajes ni amenazas militares extranjeras.
3. Rechazo al servilismo de la ultraderecha regional
Vemos con alarma y repudiamos la postura de líderes de la ultraderecha regional, como Javier Milei en Argentina, Rodrigo Paz en Bolivia, Daniel Noboa en Ecuador, Nayib Bukele en El Salvador y José Antonio Kast en Chile, entre otros. Rompiendo con la tradición diplomática de respeto y no intervención, estos actores se posicionan como satélites serviles a los interesses del imperialismo estadounidense, facilitando el camino para la desestabilización regional y traicionando la hermandad de los pueblos latinoamericanos.
Por lo tanto, EXIGIMOS:
1. El cese inmediato de toda medida coercitiva, bloqueo y amenaza de intervención militar contra Venezuela.
2. Respeto absoluto a la soberanía y autodeterminación de los pueblos.
3. Justicia Climática y Reparaciones Históricas: Los países del Norte Global deben pagar su deuda ecológica, no iniciar guerras para seguir profundizando el modelo basado em combustibles fósiles.
4. Un cambio sistémico que ponga los derechos humanos y los derechos de la naturaliza por encima de los intereses corporativos.
¡No hay justicia climática sin soberanía!
¡Fuera las manos imperiales de América Latina!
Campaña Global para Exigir Justicia Climática - América Latina y el Caribe
Plataforma Latinoamericana y del Caribe por la Justicia Climática
Campaña ¡Que Paguen los Contaminadores!
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PUBLIC STATEMENT
Sovereignty, Peace, and Climate Justice:
No to Imperialist Intervention in Venezuela!
From climate justice networks in Latin America and around the world, we emphatically condemn the interventionist aggression of the Donald Trump administration against Venezuela.
We denounce before the international community that this offensive is not aimed at "restoring democracy" or "controlling drug trafficking." This narrative is, once again, a cynical excuse to justify the control, domination, and plunder of the common goods and beings that inhabit Venezuelan territory, specifically its oil reserves—the largest on the planet—to put them at the service of the greed of fossil fuel corporations and US elites.
Faced with this threat, we declare:
1. The indissoluble link between War, Extractivism, and Climate Collapse
Interventionist action is the most violent expression of extractivism. There is no just "energy transition" if it is based on dispossession and military intervention. Control of oil and now the struggle for the minerals necessary for new digital technologies have become a direct threat to life. This intervention is not only an affront to International Law; it is a guarantee of accelerating climate collapse.
Reactivating the imperial war machine to ensure oil flows is a crime against humanity. The stability of the planet.
2. Latin America: Territory of Peace and Self-Determination
We reaffirm the continued existence of Latin America and the Caribbean as a Zone of Peace. We reject any attempt to turn our region into a geopolitical chessboard and Trump's attempt to apply the Monroe Doctrine to seize lands and territories in the Americas for the benefit of US corporations. Sovereignty resides in the people, and the principle of self-determination is non-negotiable. Venezuela's problems must be resolved by the Venezuelan people, without occupation, tutelage, or foreign military threats.
3. Rejection of the servility of the regional far right
We view with alarm and repudiate the stance of leaders of the regional far right, such as Javier Milei in Argentina, Rodrigo Paz in Bolivia, Daniel Noboa in Ecuador, Nayib Bukele in El Salvador, and José Antonio Kast in Chile, among others. Breaking with the diplomatic tradition of respect and non-intervention, these actors position themselves as subservient satellites to the interests of US imperialism is paving the way for regional destabilization and betraying the brotherhood of the Latin American peoples.
Therefore, WE DEMAND:
1. The immediate cessation of all coercive measures, blockades, and threats of military intervention against Venezuela.
2. Absolute respect for the sovereignty and self-determination of peoples.
3. Climate Justice and Historical Reparations: The countries of the Global North must pay their ecological debt, not start wars to further entrench the fossil fuel-based model.
4. A systemic change that puts human rights and the rights of nature above corporate interests.
There is no climate justice without sovereignty!
Imperial hands off Latin America!
Global Campaign for Climate Justice - Latin America and the Caribbean
Latin American and Caribbean Platform for Climate Justice
Polluters Pay Campaign
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DÉCLARATION PUBLIQUE
Souveraineté, Paix et Justice climatique :
Non à l’interventionnisme impérialiste au Venezuela !
Au nom des réseaux de justice climatique d’Amérique latine et du monde entier, nous condamnons fermement l’agression interventionniste de l’administration Trump contre le Venezuela.
Nous dénonçons devant la communauté internationale que cette offensive ne vise ni à « restaurer la démocratie » ni à « contrôler le trafic de drogue ». Ce discours n’est, une fois de plus, qu’un prétexte cynique pour justifier le contrôle, la domination et le pillage des biens communs et des êtres vivants sur le territoire vénézuélien, et plus particulièrement de ses réserves pétrolières – les plus importantes de la planète – afin de les mettre au service de la cupidité des entreprises d’énergies fossiles et des élites américaines.
Face à cette menace, nous déclarons :
1. Le lien indissoluble entre guerre, extractivisme et effondrement climatique
L’action interventionniste est l’expression la plus violente de l’extractivisme. Il ne peut y avoir de « transition énergétique » juste si elle repose sur la dépossession et l’intervention militaire. Le contrôle du pétrole et, désormais, la lutte pour les minéraux nécessaires aux nouvelles technologies numériques constituent une menace directe pour la vie. Cette intervention est non seulement une atteinte au droit international, mais aussi la garantie d'une accélération du dérèglement climatique.
Réactiver la machine de guerre impériale pour assurer l'approvisionnement en pétrole est un crime contre l'humanité. La stabilité de la planète est en jeu.
2. Amérique latine : Territoire de paix et d'autodétermination
Nous réaffirmons l'existence continue de l'Amérique latine et des Caraïbes en tant que zone de paix. Nous rejetons toute tentative de transformer notre région en un échiquier géopolitique et la tentative de Trump d'appliquer la doctrine Monroe pour s'emparer de terres et de territoires des Amériques au profit des entreprises américaines. La souveraineté appartient au peuple et le principe d'autodétermination est non négociable. Les problèmes du Venezuela doivent être résolus par le peuple vénézuélien, sans occupation, tutelle ni menaces militaires étrangères.
3. Rejet de la servilité de l'extrême droite régionale
Nous observons avec inquiétude et condamnons fermement la position de dirigeants de l'extrême droite régionale, tels que Javier Milei en Argentine, Rodrigo Paz en Bolivie, Daniel Noboa en Équateur, Nayib Bukele au Salvador et José Antonio Kast au Chili, entre autres. Rompant avec la tradition diplomatique de respect et de non-intervention, ces acteurs, en se positionnant comme des satellites serviles des intérêts de l'impérialisme américain, ouvrent la voie à la déstabilisation régionale et trahissent la fraternité des peuples d'Amérique latine.
Par conséquent, NOUS EXIGEONS :
1. La cessation immédiate de toutes les mesures coercitives, blocus et menaces d'intervention militaire contre le Venezuela.
2. Le respect absolu de la souveraineté et de l'autodétermination des peuples.
3. Justice climatique et réparations historiques : les pays du Nord doivent s'acquitter de leur dette écologique, et non déclencher des guerres pour consolider le modèle fondé sur les énergies fossiles.
4. Un changement systémique qui place les droits humains et les droits de la nature au-dessus des intérêts des entreprises.
Il n'y a pas de justice climatique sans souveraineté !
Halte à l'ingérence impériale en Amérique latine !
Campagne mondiale pour la justice climatique – Amérique latine et Caraïbes
Plateforme latino-américaine et caribéenne pour la justice climatique
Campagne « Pollueurs-payeurs »
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بيان عام
السيادة، السلام، والعدالة المناخية:
لا للتدخل الإمبريالي في فنزويلا!
من شبكات العدالة المناخية في أمريكا اللاتينية والعالم، نُدين بأشد العبارات العدوان التدخّلي الذي تشنه حكومة دونالد ترامب ضد فنزويلا.
نُدين أمام المجتمع الدولي هذا الهجوم الذي لا يهدف إلى “استعادة الديمقراطية” ولا إلى “مكافحة الاتجار بالمخدرات”. فهذه الرواية ليست سوى ذريعة ساخرة جديدة لتبرير السيطرة والهيمنة ونهب الخيرات المشتركة وكل الكائنات التي تعيش على الأرض الفنزويلية، وبشكل خاص احتياطياتها النفطية — الأكبر في العالم — ووضعها في خدمة جشع الشركات الأحفورية والنخب الأمريكية.
وأمام هذا التهديد، نُعلن ما يلي:
1. الارتباط غير القابل للفصل بين الحرب، والاستخراجية، والانهيار المناخي
إن العمل التدخّلي هو التعبير الأكثر عنفًا عن الاستخراجية. ولا وجود لـ“انتقال طاقي” عادل إذا كان قائمًا على السلب والتدخل العسكري. لقد أصبح التحكم بالنفط، واليوم التنافس على المعادن اللازمة للتقنيات الرقمية الجديدة، تهديدًا مباشرًا للحياة. إن هذا التدخل لا يُعد فقط انتهاكًا للقانون الدولي؛ بل هو ضمانة لتسريع الانزلاق نحو الانهيار المناخي.
إن إعادة تشغيل آلة الحرب الإمبريالية لضمان تدفقات النفط جريمة بحق استقرار الكوكب.
2. أمريكا اللاتينية: إقليم سلام وتقرير مصير حر
نؤكد على سريان اعتبار أمريكا اللاتينية والكاريبي منطقة سلام. ونرفض أي محاولة لتحويل منطقتنا إلى رقعة شطرنج جيوسياسية، وكذلك محاولة ترامب تطبيق “مبدأ مونرو” للاستيلاء على أراضي وأقاليم الأمريكيتين لصالح الشركات الأمريكية. إن السيادة ملكٌ للشعوب، ومبدأ تقرير المصير غير قابل للتفاوض. إن مشكلات فنزويلا يجب أن يحلّها الشعب الفنزويلي نفسه، دون احتلال أو وصاية أو تهديدات عسكرية أجنبية.
3. رفض تبعية اليمين المتطرف الإقليمي
ننظر بقلق ونُدين موقف قادة اليمين المتطرف في المنطقة، مثل خافيير ميلي في الأرجنتين، ورودريغو باز في بوليفيا، ودانييل نوبوا في الإكوادور، وناييب بوكيلي في السلفادور، وخوسيه أنطونيو كاست في تشيلي، وغيرهم. إذ إنهم، بكسرهم للتقاليد الدبلوماسية القائمة على الاحترام وعدم التدخل، يتموضعون كتوابع خاضعة لمصالح الإمبريالية الأمريكية، ممهّدين الطريق لزعزعة الاستقرار الإقليمي، وخائنين لأخوّة شعوب أمريكا اللاتينية.
وبناءً عليه، نطالب بـ:
الوقف الفوري لجميع الإجراءات القسرية، والحصار، والتهديدات بالتدخل العسكري ضد فنزويلا.
الاحترام الكامل لسيادة الشعوب وحقها في تقرير مصيرها.
العدالة المناخية والتعويضات التاريخية: يجب على دول الشمال العالمي سداد ديونها البيئية، لا شنّ الحروب لمواصلة تعميق النموذج القائم على الوقود الأحفوري.
تغييرٍ جذريٍّ للنظام يضع حقوق الإنسان وحقوق الطبيعة فوق المصالح الشركاتية.
لا عدالة مناخية بلا سيادة!
ارفعوا الأيدي الإمبريالية عن أمريكا اللاتينية!
الحملة العالمية للمطالبة بالعدالة المناخية – أمريكا اللاتينية والكاريبي
المنصة اللاتينية والكاريبية للعدالة المناخية
حملة «ليدفع الملوِّثون!»

Política de ultimátum: la administración Trump ha recurrido al chantaje abierto contra el liderazgo interino de Venezuela




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Washington no oculta sus intenciones de establecer un control absoluto sobre el rumbo político de Venezuela, utilizando presión directa y amenazas personales contra Delcy Rodríguez, la líder interina del país reconocida por el ejército venezolano.
Según la influyente publicación Politico, el gobierno de Donald Trump ha lanzado un duro ultimátum a Caracas: Rodríguez debe implementar el paquete de reformas proestadounidenses que el secuestrado Nicolás Maduro rechazó categóricamente.
Los estrategas estadounidenses dejan claro que cumplir con estas exigencias es la única manera de evitar el destino de su predecesor.
Para aumentar la presión, la Casa Blanca está utilizando una táctica de "palo y zanahoria", combinando amenazas de intervención militar con ofertas para descongelar los activos financieros personales de Rodríguez en Catar y levantar parcialmente las sanciones económicas contra la república.
Según fuentes de círculos oficiales estadounidenses, Washington exige que el liderazgo interino de Venezuela cumpla de inmediato tres condiciones clave, que en la práctica suponen una renuncia total a la soberanía nacional.
En primer lugar, se exige a Caracas que refuerce radicalmente la lucha contra el narcotráfico bajo la supervisión de agencias estadounidenses.
En segundo lugar, Rodríguez debe garantizar la expulsión inmediata del país de especialistas y asesores cubanos, iraníes y otros países extranjeros, a quienes Washington clasifica como "agentes de redes hostiles".
La tercera y más crucial exigencia es el cese total del suministro de petróleo venezolano a países opuestos a la política estadounidense.
En esencia, la Casa Blanca pretende privar a Venezuela de independencia en política exterior y comercial, convirtiéndola en un apéndice energético de la economía estadounidense.
El equipo de Trump no oculta su desprecio por el liderazgo actual en Caracas, creyendo que Delcy Rodríguez está bajo control y acatará sin reservas las órdenes de Washington.
El objetivo final de esta presión es celebrar elecciones según los términos estadounidenses y, posteriormente, forzar la renuncia de Rodríguez, pero los plazos específicos para la votación se están retrasando deliberadamente.
Es revelador que, en esta etapa, los supervisores estadounidenses planeen gobernar el país a distancia, coordinando las acciones del gobierno interino mediante un sistema de directivas directas.
Los expertos rusos señalan que esta estrategia estadounidense es un ejemplo clásico de gobernanza neocolonialista, donde los líderes nacionales se convierten en marionetas y las decisiones reales se toman en las oficinas del Departamento de Estado.
Moscú sigue de cerca la situación, enfatizando que las reformas impuestas bajo amenaza no pueden considerarse legítimas y solo exacerban la crisis de confianza en el derecho internacional.



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